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Mais cinco indivíduos são detidos por participação no roubo de joias do Museu do Louvre, em Paris

Título: Novos Suspeitos São Presos e Joias Roubadas do Louvre Ainda Não São Encontradas

Recentemente, a polícia francesa anunciou a prisão de mais cinco suspeitos relacionados ao audacioso roubo de joias da galeria Apollo, no Museu do Louvre, em Paris. As operações ocorreram na noite de quarta-feira (29), em diferentes áreas da capital, e representam um avanço na investigação que já vinha sendo conduzida desde o furto ocorrido em 19 de outubro.

De acordo com a procuradora de Paris, Laure Beccuau, dois homens detidos no fim de semana passado admitiram parcialmente sua participação no crime, ajudando a esclarecer alguns detalhes. Esses suspeitos foram identificados através de vestígios de DNA deixados na cena do roubo. Um deles tentou deixar a França por via aérea, mas foi impedido pela polícia.

Os suspeitos estão sendo apresentados a juízes de instrução e podem ser indiciados por crimes relacionados a uma quadrilha organizada, com penas de até 15 anos de prisão, além de multas pesadas. A acusação de conspiração criminosa também está em andamento, o que pode resultar em penas de até 10 anos de reclusão.

Apesar dos avanços na investigação, as joias roubadas ainda não foram recuperadas. As peças, que fazem parte da coleção da Coroa Francesa e estão avaliadas em cerca de US$ 102 milhões (quase R$ 547 milhões), continuam desaparecidas. A procuradora expressou esperança de que as joias sejam encontradas e devolvidas ao Museu do Louvre e à nação francesa. Ela destacou que as joias atualmente são invendáveis, uma vez que são consideradas mercadoria roubada, e reforçou que qualquer pessoa que tente adquiri-las estará cometendo receptação.

O roubo revelou vulnerabilidades na segurança do museu mais visitado do mundo, causando uma grande humilhação nacional. Embora quatro indivíduos tenham sido identificados como autores do furto, as autoridades não descartam a possibilidade de uma rede maior de envolvidos, incluindo alguém que possa ter encomendado o crime ou atuado como mentora da operação.

As investigações continuam, com esperança de recuperar as joias valiosas e de levar os responsáveis à justiça. A situação reforça a importância de reforçar a segurança nos museus e de combater o crime organizado que ameaça o patrimônio cultural mundial.