Donald Trump declara que "a guerra acabou" antes de viajar para Israel em busca da libertação de reféns
Neste domingo (12), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "a guerra acabou" pouco antes de embarcar a bordo do Air Force One rumo a Israel. Sua viagem tem como objetivo acelerar os esforços para a libertação dos reféns capturados pelo Hamas e mantidos nos túneis da Faixa de Gaza.
Da base aérea de Andrews, em Maryland, Trump garantiu que um cessar-fogo será mantido e que um "conselho de paz" será rapidamente formado para Gaza, que ele descreveu como um "local de demolição". Ele também destacou o papel do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e do Catar, um dos mediadores das negociações.
A libertação dos reféns faz parte de um acordo de paz firmado na última quarta-feira (8), que prevê a troca de 250 prisioneiros palestinos por 7 reféns israelenses, além de liberar cerca de 1.700 moradores de Gaza. O prazo para que o Hamas libere todos os reféns restantes é até meio-dia, horário local de Gaza (6h em Brasília).
Trump também anunciou que, na segunda-feira, viajará ao Egito para participar de uma cúpula internacional com o objetivo de encerrar a guerra na região. Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Egito, um documento oficial encerrando oficialmente o conflito na Faixa de Gaza deve ser assinado durante o evento. Líderes de mais de 20 países, incluindo o primeiro-ministro britânico Sir Keir Starmer e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, estão previstos para participar desse encontro.
Este momento marca uma fase crucial nos esforços internacionais para alcançar a paz e a libertação dos reféns na região, com os principais líderes do mundo buscando um caminho para o fim do conflito em Gaza.





